Bangu adere o Catapult para uma melhor avaliação do rendimento físico

Equipamento de última geração agora compõe os trabalhos do Alvirrubro na preparação para o Carioca 2018

O Bangu vem buscando uma modernização de seus equipamentos para a melhor performance possível dentro de campo. Além de aparelhos de última geração para os exames na primeira semana e de um drone no auxilio da comissão técnica, os atletas agora estão podendo utilizar o Catapult para uma avaliação mais aplicada por parte da preparação física. Responsável pela implementação do aparelho no Alvirrubro, o fisiologista Paulo Figueiredo explica de maneira detalhada as finalidades dele:

– O Catapult é um equipamento utilizado pelas melhores equipes do mundo. Ele é um acelerômetro, magnetômetro e osciloscópio. Ou seja, mede a quantidade de metros que o atleta percorre e a aceleração que é imprimida, além de saber quando o atleta corre para frente ou trás, quando acelera e desacelera. Nós temos a ideia perfeita de toda movimentação do jogador mapeada dentro do campo. É algo extremamente útil porque programamos todos nossos treinamentos de acordo com a necessidade de cada um. O Catapult é um instrumento imprescindível nos dias de hoje para fazer uma boa avaliação do rendimento físico da equipe durante a atividade de treino e jogo – diz Paulo Figueiredo, que prossegue:

– A minha análise é feita a partir de uma série de algorítimos em que podemos depreender o que o atleta faz. Na próxima semana, vou fazer uma apresentação a eles sobre o que o Catapult ajuda no trabalho diário. Irei apresentar as fachas de velocidade e o que pretendemos fazer com a mapeação disso tudo. O atleta irá saber quanto ele corre, quanto correu e qual a pegada atual da equipe. O objetivo é conhecer o atleta e imprimir uma grande pegada para encarar qualquer time de igual para igual – encerra o fisiologista.

Meia Washinton utilizou o equipamento no último final de semana (Foto: Emerson Pereira/Bangu)

Meia Washinton utilizou o equipamento no último final de semana (Foto: Emerson Pereira/Bangu)

Todo trabalho entre o setor de fisiologista caminha integrado com a preparação física, com os preparadores Fabrício Abreu e Gustavo Teixeira. Os resultados das avaliações são analisados e, posteriormente, colocados em prática nos treinamentos a partir da necessidade de cada jogador.

Emerson Pereira