Do direito ao exercício do jornalismo e da responsabilidade de informações nas redes sociais

O Bangu Atlético Clube repudia a declaração do Sr. Carlos Molinari, afirmando em grupos de rede social, que seus colaboradores receberam dinheiro do Grupo Globo para que se permitam gravar reportagens em suas instalações, inclusive difamando a imagem de um de nossos funcionários do Departamento de Comunicação, expondo-o de forma irresponsável e colocando sua segurança em vulnerabilidade, além de envolver em suas acusações os nossos administradores.

Nós conhecemos o fatídico momento em que o Sr. Carlos Kaiser esteve no clube e assumiu, posteriormente em entrevistas, ter enganado dirigentes para se passar por atleta de futebol, e isso não é motivo de orgulho para nós. Também não temos vergonha de assumir que fomos iludidos por ele, pois erros acontecem e o fato daquela época nos ajudou a fortalecer e a evitar que se repetissem tais inadvertências. Abrir as portas do Estádio Moça Bonita para a gravação da reportagem sobre este fato para a TV Globo nesta sexta-feira (11/5), foi um atendimento ao veículo para desenvolver sua pauta em torno de um personagem que não consideramos ídolo, tampouco representa qualquer glória na história do clube, mas que, infelizmente, consta nos anais do Bangu.

O Sr. Carlos Molinari, como jornalista que se apresenta, certamente deve conhecer o Código de Ética profissional, que nossos jornalistas que desempenham a função de assessoria de imprensa também conhecem e o seguem para que sempre se mantenha livre o exercício da profissão jornalista. Deve saber também que o papel do assessor de imprensa é facilitar o trabalho do jornalista para que ele desenvolva sua apuração, sem ter qualquer benefício financeiro junto aos veículos, seja ele qual for. Toda a credibilidade construída por nossos profissionais, é fruto de um trabalho transparente e que é amplamente desenvolvido entre comunicadores.

Nós lamentamos que um profissional que desempenha a função de jornalista, como o Sr. Carlos Molinari, se oponha ao direito à informação e se propõe a difamar pessoas sem o mínimo de discernimento e provas, também usando as redes sociais como um meio de propagar boatos, sem nem ao menos se dar o trabalho de apurar os fatos, como é o dever de todo jornalista.

A diretoria